23/07/2011

Sobre a vida, sobre nada.


Já estou há tanto tempo sem escrever nada que olhar pra essa página em branco já me deixa com os nervos à flor da pele. Tá, talvez eu seja um pouco exagerada com relação a isso, ou com relação a tudo mesmo. O fato é que hoje, em uma daquelas noites de insonia com uma pitada de tédio tive uma vontade louca de vir aqui e sair apertando essas teclinhas que um dia gritavam por mim.

Eu sinceramente espero não ter perdido a habilidade de colocar em palavras aquilo que se passa tão desesperadamente pela minha cabeça, se é que algum dia a tive. Mas apesar de todo esse nhê-nhê-nhê, das horas que eu pensei em voltar aqui e encher esse diário virtual com as minhas bobagens de sempre e das desculpas que eu daria caso realmente voltasse eu não tenho absolutamente nada de concreto para dizer.

Não tinha mais vontade de escrever e parei, agora quis voltar e voltei. Simples assim. Desculpe a sinceridade.Fiz de tudo um nada, com as mesmas preocupações de sempre, as mesmas vontades. Talvez eu esteja disposta a fazer dessa volta um triunfo, um sinal de que aqui dentro de mim ainda existe aquela jornalista louca de vontade de explorar o mundo, ou aquela publicitária curiosa que quer que as pessoas vejam tudo de uma forma mais cinematográfica.

Não levem a mal, não desconsiderei vocês, também sinto falta de toda aquela agitação na divulgação dos posts, dos comentário, ainda que mínimos, e de todo o fuzuê da elaboração. Apenas não achei que o suficiente tivesse força para me fazer continuar, só precisava sentir e/ou descobrir uma razão para escrever. E eu achei, sou eu mesma.


P.s.: Ah, e a propósito, eu passei no vestibular.